5 lições sobre empreendedorismo com os filmes da Marvel

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Eu gosto muitos dos filmes das Marvel e hoje vou mostrar as lições sobre empreendedorismo que aprendi assistindo esse filme. Não é de hoje que os filmes da Marvel Studios vem se tornando uma referência no mundo dos super-heróis que sairão dos quadrinhos e viraram pessoas reais.

Eles fazem a gente acreditar que realmente podem existir pessoas especiais com superpoderes andando por aí, prestes a nos proteger quando acontecer alguma coisa ruim. Alguns filmes como o Iron Man, tem uma pegada tão realista, que parece que o Tony Stark vai aparecer a qualquer momento sobrevoando alguma cidade por aí.

É meu caro leitor, vou confessar pra você que eu sou um viciado neste universo cinematográfico e não perco um lançamento se quer.

Sendo assim, eu como bom observador que sou, procuro sempre inspiração nos filmes que eu assisto e com os da Marvel não seria diferente.

5 lições sobre empreendedorismo com os filmes da Marvel

Neste artigo eu vou listar algumas das coisas que eu aprendi (e aprendo) com os filmes dos meus super heróis favoritos, e tentar listar em tópicos por filme. Eu já assisti muita coisa, mas me limitei somente a escrever sobre os meus preferidos. Segue abaixo:

1. Incrível Hulk – Pontos de Melhoria

Todo mundo já conhece a história do Bruce Banner, o Hulk para os íntimos, o cara que quando fica irritado, vira um monstro verde e sai quebrando tudo que encontra pela frente. Que suas ações são coordenadas pela raiva também não é novidade, mas vamos olhar a coisa toda da seguinte forma: Quantas vezes a gente sente vontade de virar o Hulk e sair quebrando tudo por aí?

Ou melhor, acordamos meio Hulk ou agimos impulsivamente diante de um problema, ou as vezes descarregamos a nossa raiva em cima de alguém que não tem nada a ver com os nossos problemas?

No filme a gente vê a busca do cientista para encontrar a cura do seu problema, e se livrar do monstro que ele se transforma, mas essa busca na verdade se torna um aprendizado de como lidar com isso.

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Hulk canalizando toda a sua raiva para uma boa causa

O que eu aprendi nesse filme é que o todo mundo pode virar o Hulk se tiver uma oportunidade, mas o essencial é aprender a nos relacionar com ele, pois até mesmo o cara verde como ele é chamado nos Vingadores, pode ser útil de vez em quando.

Os sentimentos de raiva por exemplo, podem ser canalizados de forma criativa e até nos impulsionar para determinados tipos de tarefas ou objetivos. O que não podemos fazer é deixar esse nosso lado ficar no controle das nossas ações e tomar decisões baseadas na raiva, medo ou impulsividade.

2. Iron Man – Inteligência estratégica

Cara, vou te dizer que o Tony Stark é um dos que eu mais gosto. Um exemplo de empreendedorismo dos mais interessantes. Não pelo perfil descolado, fortuna gigantesca e vida fácil que ele tem, mas pela facilidade com que ele utiliza a sua inteligência. O cara construiu uma armadura com peças de mísseis velhos numa caverna no meio do deserto. Simples assim.

Fico imaginando como seria se tivesse acesso a tecnologia e todos os gadgets que ele desenvolveu para poder fazer as coisas que ele faz, como as armaduras, como a sua empresa, as pesquisas, etc. Isso tudo retratado no filme é meio surreal, mas é um tipo de exemplo “fora-da-caixa” que serve de inspiração para muita coisa.

Por exemplo o quanto a gente pode utilizar a nossa inteligência nos desafios diários e criar sistemas para solucionar os nossos problemas, facilitando nossas tarefas?

Ser empreendedor na maioria do tempo é gerenciar um monte de processos e nada melhor que bons sistemas para nos auxiliar a fazer isso. Outra coisa também é que a nossa capacidade de resolver os problemas de forma natural, vem antes de qualquer ferramenta ou tecnologia. Fazer o que a gente puder fazer com o que a gente tem é essencial para empreender melhor.

Nós não temos uma superestrutura como a Stark Industries para nos auxiliar no dia-a-dia, e nem a fortuna que ele tem (alguns tem sim, rsrs) mas podemos começar a fazer o melhor que podemos a partir do que nós temos, usando nossa criatividade e nossa inteligência.

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É amigo, nem sempre é fácil ser um cara “foda”.

3. Capitão América – Liderança e princípios

Esse pra mim é o que mais gosto, disparado. E um dos maiores exemplos de empreendedorismo dentre os heróis. O primeiro vingador. Esse mesmo! Eu me identifico bastante com o Steve Rogers, principalmente por ele ser um personagem que tem princípios mais enraizados.

Uma cena que mostra bem isso no primeiro filme é aquela parte do treinamento, quando o comandante do batalhão para testar o perfil de liderança da turma joga uma granada vazia no meio do campo, e o jovem Steve ainda franzino se joga em cima da bomba para proteger seus colegas (os outros se esconderam atrás das barricadas). O nome disso é liderança. Um líder se sacrifica pelos seus liderados porque acredita de coração na sua visão.

Lidera porque tem uma visão ampliada de si e dos outros e uma conexão com os seus valores pessoais muito forte. Na vida real nem sempre conseguimos tomar decisões baseadas em nossos valores, principalmente porque a nossa cultura “pós moderna ocidental” (chama do que você quiser) isso influencia a dar de ombros pra esse tipo de coisa, nem sabemos mais direito quem nós somos, imagina o que valorizamos?

É de se pensar. O que é mais importante pra você? Pra mim o mundo precisa de mais Steve Rogers por aí, gente que vai lá e faz, sem ficar pensando muito sobre o que os outros vão pensar a respeito das suas crenças.

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“Ooh captain, my captain!”

4. Thor – Liderança e humildade

No primeiro filme o personagem Thor cria uma consciência de que para ele ser um bom Rei de Asgard, precisa desenvolver um olhar mais profundo sobre como servir ao seu povo. Tem um pouco a ver com o tema do Capitão América, e fala sobre liderança também. Uma cena interessante do filme é quando ele perde o poder de segurar o seu martelo, por não ser mais digno dele. (Por falar nisso dá uma olhada nesse cara que fez um martelo do Thor de verdade).

Ele é exilado na Terra e conhece algumas pessoas, dentre elas, a doutora Jane Foster, por quem ele se apaixona. Nessa cena do filme ele cai na real e aceita ser uma pessoa que vai servir as outras, criando a consciência de que precisa para ser um bom líder para os outros, não para ele.

Cara, pra mim essa parte é a melhor: ele desce do trono e entende que ser um deus (do trovão) é um privilégio e não uma vantagem. Até que ele então, na “humildeira” como dizem por aí, aceita ficar na terra e ser útil para aquele povo. Mais uma vez, enxergou o que é o papel de um líder na essência. Não tão focado nos princípios como o exemplo do Steve Rogers, mas focado no SER.

Só se pode ser um bom líder se for para os outros, para um bem maior. Perfeito não acham? Perfeito para o empreendedorismo em prática. Esse é o exemplo do Thor, que no fim acaba voltando a ser digno de usar o seu martelo mágico (não esquece de ver o link anterior) e toma seu posto de Deus do Trovão.

5. Guardiões da Galáxia – Potencial e propósito

Olha, vou dizer pra vocês que eu não conhecia esse nicho de personagens da Marvel e fui assistir o filme mais por indicação de um amigo do que por vontade própria. Surpresa a minha, quando já logo de cara a trilha sonora do filme é sensacional, não parei de escutar ela por umas duas semanas.

O filme retrata a história de pessoas que a meu ponto de vista, estão perdidas sem um propósito. São praticamente 4 elementos fracassados que se encontram (o Rocky e o Groot eu considero um elemento) e acabam por via das circunstâncias virando os Guardiões da Galáxia.

Pronto, eles viram os caras mais “fodas” do universo porque conseguem dominar a energia de uma das gemas do universo, fazendo isso juntos. (Não sabe o que é gema do universo, clica aqui. Pra mim o que uniu eles foi justamente isso, a falta de propósito.

Cada um deles tinha uma habilidade específica e que em grupo, foram capazes de salvar o mundo da destruição total. Detalhe pra cena em que o Groot protege o grupo durante uma queda e explosão, e ele que ficou o filme inteiro com uma única fala “eu sou o groot” inesperadamente diz “nós somos o groot”.

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Vou confessar que a primeira vez que eu vi essa cena eu me emocionei, porque todos nós cada vez mais estamos nos tornando seres individualistas, independentes, porém muito pouco interdependentes. No empreendedorismo o poder de uma ideia ou um propósito é muito maior do que qualquer fraqueza que cada um tenha individual e o filme nos ensina que juntos, podemos complementar em busca dos nossos objetivos.

Espero que tenha gostado das lições sobre empreendedorismo.

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